Centro de Apoio e Reintegração para Animais Abandonados

O Centro de Apoio e Reintegração para Animais Abandonados, surge em virtude do elevado crescimento de abandono de animais em função de políticas públicas insuficientes. Atualmente, existe um canil, na Linha Julieta área rural na cidade de Farroupilha, Serra Gaúcha. Diante disso, optou-se por utilizar o mesmo terreno do atual Canil, para inserção do centro de apoio, e requalificar a área de maneira adequada às necessidades do programa.
A proposta foi implantada no terreno, com o intuito de possibilitar melhor INSOLAÇÃO e CONFORTO para os animais. Os setores foram distribuídos à fim de FACILITAR as funções, aliados as áreas de apoio. O zoneamento se deu em função da FACILIDADE de ACESSOS, tanto pelos trabalhadores do local, como aos visitantes que chegam.
A implantação do projeto, se organiza com o setor administrativo no nível mais ALTO do terreno, com o intuito do acesso principal tornar-se VISÍVEL para os visitantes. Dessa forma, criou-se CAMINHOS e usou-se vegetação à fim de DIRECIONAR as pessoas. O setor de canis foi realocado no nível mais baixo do lote, ficando mais RESERVADO do restante da edificação, não ocasionando incômodos aos voluntários. Foi possível também, fazer uso da VEGETAÇÃO existente no local, proporcionando mais SOMBRA para os animais nos dias de calor intenso. A via principal de acesso ao Canil Municipal, ocorre pela FR 135. Através dessa organização, foi possível obter circulações distintas para funcionários e visitantes. Permaneceu-se com os taludes já existentes no local. Criou-se uma via de serviços que contorna todo o abrigo, facilitando as FUNÇÕES.
Em relação a planta baixa dos canis, as baias para cães com necessidades especiais, como por exemplo, cães idosos, que sofreram alguma fratura ou pequeno procedimento, foram localizadas mais próximas ao setor de serviço, com o intuito de receberem cuidados mais rapidamente. Exceto para cães que possuem doença transmissível, pois estes já possuem a área de isolamento. Com auxílio da topografia, foi possível realizar uma setorização em relação ao porte de cada cachorro, e dessa forma, facilitar as funções.
Na materialidade utilizada, foi basicamente a pintura e o vidro, permitindo maior permeabilidade, além disso, a madeira nos mobiliários externos e acabamentos, compondo o projeto. Nos ambientes internos procurou-se trabalhar com os mesmos materiais externos. Na cafeteria e na recepção, há a presença de espaços com produtos para os “bichinhos”, como por exemplo ração, e demais objetos de uso dos animais. Esses produtos são para venda, e o lucro dos mesmos será aplicado na manutenção do abrigo.

“Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário? ” MARLEY E EU

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